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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Do que eu te desejo

Quando a vida se faz escuridão.
E os sonhos parecem esmigalhados.
me dê a tua mão.
Pois estarei sempre ao tsu lado.
Se a dor for lancinante.
E não achar uma saida.
Te mostro um mundo cintilante.
Te guiando pela vida.
Essa ferida que te faz sangrar.
Logo vai cicatrizar.
Pois tua estrela sempre há de brilhar.

Que a tristeza te traga sabedoria.
Para fazer as escolhas mais acertadas.
Se te sentes vazia e solitária. Muda de estrada onde caminha.
Enlace tua vida com a minha.
Sem saber onde eu começo e você termina.
Teus problemas não me farão desistir.
E nem meu amor se extinguir.
O que preciso para ser feliz.
É simplesmente te ver sorrir.

sábado, 10 de janeiro de 2015

A minha (não) razão

Quando te procuro,
e somes no escuro.
Me perco nas incertezas,
dos porques me deixa esperando.
Se é distração,
ou um modo de me manter em tua prisão.

Sempre que há algo bom,
logo depois desaparece.
Preciso fazer tantas preces,
passar por cima de mim mesmo,
dar sempre o próximo passo,
pedir desculpas não sendo o culpado.

pisoteio no meu orgulho.
E ainda que esteja certo me digo errado.
Por medo de não estar a teu lado.
A dor atravessa o peito com mais intensidade.
Às vezes só eu me importo de verdade

Não posso mentir a ninguém.
Quando acontecer novamente
vou desculpar também.
Ainda que com sofrimento latente,
e o coração combalido.
Nada disso importa,
se estarei sempre contigo.
Não sei me desenredar,
desse amor desmedido

Basta ouvir tua voz doce,
me contando seja lá o que fosse,
esqueço toda tristeza que trazes,
com tuas promessas de sempre amar-me.
Baseado nas tuas juras,
minhas feridas curas.
Mesmo sabendo que muitas ainda virão.
Tu és da minha vida a (não) razão.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

verdades cruas

Achas que só amor é suficiente?
As coisas são bem diferentes.
Não bastam apenas palavras.
É preciso saber aplica-las.

Amar também e fszer escolhas.
E ainda que doa.
Mais vale a verdade crua.
Que uma mentira temperada.

Se é minha boca que queres beijar
Se é em meus braços que queres morar.
Mais que desejo tens que demonstrar.
Tens que romper laços para outros semear

Quando tuas mãos tocam outro alguém. 
E tua boca beija a outrem.
Sinto o coração despedaçado. 
Meu orgulho solapado.
Vivo como fugitivo.
Na covardia de um amor escondido.

Amor pela metade.
para mim já não vale.
E por mais que seja imenso.
Há que ser intenso.
E se não sorvido por inteiro.
Será só cicatriz do passado.